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Saúde é o que interessa?

Em meio a tantos ramos para trabalhar, o corretor de seguros escolhe aquele que é mais fácil e traz mais retorno. Mas será que o seguro saúde também é interessante?

O segmento parece ser um tabu mas, para quem realmente se interessa, é preciso se preocupar com alguns pontos importantes. “O corretor tem que ter boa estruturação e atuação na gestão operacional, gestão de saúde e dos custos”, explica Filipe Nicodemus, da MDS Consultores de Seguros e Risco.

Marlei Gonçalves, da Sevisa Administradora e Corretora de Seguros, concorda e esclarece alguns pontos. “É necessário ser assertivo, ter veracidade e ser cordial com o cliente, sempre em sintonia apurada com ele. Além disso, é preciso acompanhar o desempenho comparando prêmio e sinistro, e fazer análise estratégica do mercado”.

É por todos esses motivos que o corretor que trabalhar com o seguro saúde precisa estar disposto a sempre se atualizar. “Conhecer lei, ficar atento e aprender com os casos de liberação e procedimentos médicos, conversando com os profissionais da área, são atitudes primordiais, sem contar com o conhecimento sobre o cliente”, completa.

No conjunto das carteiras de uma corretora de seguros, o seguro saúde representa 30% de toda a produção. É um ramo promissor, considerando o retorno financeiro. “Se considerarmos um seguro com 250 vidas, o faturamento por mês é de R$ 40 mil, sendo que a comissão será de R$ 2 mil. Se considerarmos o ano, a comissão somará R$ 40 mil, tendo em vista somente uma empresa”, ressalta Filipe Nicodemus.

Além disso, o seguro saúde pode fidelizar outros ramos. “Ele gera seguro odontológico e vida, o que agrega muito no faturamento”, finaliza.

Fotos da palestra: Saúde é o que interessa

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